O que fazer no momento da crise

Ver o cão convulsionar é assustador, mas seus primeiros gestos importam. Mantenha a calma. Afaste móveis e objetos que possam feri-lo durante os movimentos. Não tente segurar a língua nem colocar a mão na boca dele — ao contrário do mito, o cão não vai 'engolir a língua', e você pode ser mordido sem querer.

Se possível, anote o horário de início e fim (ou filme) — essa informação ajuda muito o veterinário. A maioria das convulsões dura de segundos a poucos minutos e passa sozinha.

Quando é emergência

Procure ajuda imediata se: a crise durar mais de alguns minutos; se vierem várias crises seguidas sem o cão se recuperar entre elas; ou se for a primeira convulsão da vida dele. Essas situações são urgentes e exigem avaliação sem demora.

Mesmo quando a crise passa e o cão parece se recuperar, a avaliação é necessária — porque a convulsão é um sintoma, e é preciso descobrir o que a causou.

Investigar a causa é o que resolve

Convulsões podem ter várias origens: epilepsia, alterações no açúcar ou nos sais do sangue, problemas no fígado, intoxicações, ou questões no próprio sistema nervoso. A investigação — com exame clínico, exames laboratoriais e, quando necessário, imagem — é o que aponta o caminho.

No VetCare Instituto Veterinário, em Valinhos, contamos com atendimento especializado em neurologia e a estrutura de laboratório e imagem para investigar a causa das crises. Muitos cães com convulsões recorrentes vivem bem com o acompanhamento adequado.